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6 de agosto de 2026

Testament é confirmado no Liberation Festival 2026 com apresentação especial em São Paulo

Os gigantes do thrash metal Testament estão oficialmente confirmados no Liberation Festival 2026, que acontece no dia 12 de dezembro (sábado), na Vibra São Paulo, em São Paulo. A banda norte-americana retorna ao Brasil com um show especial intitulado "Title Track Attack!", prometendo um repertório diferenciado que deve destacar algumas das mais marcantes faixas-título de sua extensa discografia.

Considerado um dos pilares do thrash metal da Bay Area, o Testament segue em grande fase. Liderada por Chuck Billy e Eric Peterson, a banda acumula mais de quatro décadas de carreira e clássicos como The Legacy, Practice What You Preach, The New Order, Souls of Black, The Gathering e Dark Roots of Earth. A atual turnê mundial promove o álbum Para Bellum (2025), trabalho que vem recebendo excelente repercussão entre público e crítica.

O show integra o aguardado retorno do Liberation Festival, que volta a ser realizado após oito anos. A edição de 2026 contará com 10 atrações internacionais, distribuídas entre os dias 12 e 13 de dezembro, todas apresentando sets completos. O Testament é uma das atrações confirmadas para o primeiro dia do festival.

17 de julho de 2026

29/11/2026 - My Dying Bride (São Paulo/SP)

Os pioneiros do doom/death metal britânico My Dying Bride estão de volta ao Brasil para uma aguardada turnê em novembro de 2026. A série de apresentações marca o retorno da banda ao país e promete reunir fãs de diferentes gerações para celebrar um dos nomes mais influentes e respeitados da história do metal extremo.

Com uma carreira iniciada no início da década de 1990, o grupo britânico se consolidou como um dos principais expoentes do doom/death metal, combinando riffs pesados, atmosferas melancólicas e composições carregadas de emoção. No repertório, o público pode esperar clássicos como "The Cry of Mankind", "Your River", "A Kiss to Remember" e "She Is the Dark", além de faixas de trabalhos mais recentes.

Até o momento temos a confirmação do show apenas na cidade de São Paulo/SP. Havendo novidades postaremos aqui. Fique ligado!!!

Serviço

My Dying Bride – São Paulo 2026

Data: 29 de novembro de 2026 (domingo)
Horário: 17h
Local: Fabrique Club
Endereço: Rua Barra Funda, 1071 – Barra Funda – São Paulo/SP

Ingressos: à venda pelo Ticket COMVC.

1 de abril de 2026

Nargaroth - Primeira Vez em BH! Resenha e Fotos (28/03/2026)

Saudações Headbangers!

Desde o início de fevereiro, Ash  fundador da Nargaroth, conduz a horda pela América Latina com a turnê Altars of Sacrifice Latin America 2026. Agora, no fim de março, o culto do Black Metal Guerra desembarcou no Brasil para cinco apresentações devastadoras:

Rio de Janeiro/RJ — Experience Music

Belo Horizonte/MG — Caverna Rock Pub

São Paulo/SP — Hangar 110

Curitiba/PR — Basement Cultural

Porto Alegre/RS — Gravador Pub

A passagem pelo Brasil ficou sob a responsabilidade das produtoras Gerunda Produções, Caveira Velha Produções e Chamuco Prods, que uniram forças para trazer esse ritual ao público brasileiro.

Veterana no underground, a alemã Nargaroth carrega mais de três décadas de estrada, atravessando diferentes fases e lançando álbuns, splits e compilações. Entre eles, o clássico absoluto Black Metal ist Krieg (2001), que consolidou seu nome como um dos pilares do gênero. Também merecem destaque Herbstleyd (1999), obra que marcou o início da jornada, e Jahreszeiten (2009), álbum conceitual que reafirmou a versatilidade da banda.

Na passagem por Belo Horizonte, a expectativa era enorme. Era a primeira apresentação na Cidade do Metal da Morte, e os bangers chegaram cedo, duas horas antes da abertura das portas do Caverna Rock Pub, a fila já estava formada.

Entre conversas e cervejas, surgia um tema desconfortável: a lembrança de 2018, quando Belphegor e Nargaroth passaram pelo Brasil na turnê Death Black Metal Crusade. Naquele ano, Belo Horizonte ficou de fora, segundo o produtor local, não traria “banda NS” para a cidade. As apresentações aconteceram em Recife, Fortaleza, São Paulo e Rio de Janeiro, e muitos bangers de BH viajaram até São Paulo para acompanhar.

É importante reforçar que esse assunto já foi esclarecido.

Nargaroth e René Wagner nunca tiveram ligação com o NSBM, e isso jamais fez parte do legado da banda.

Mas anos depois, Belo Horizonte finalmente recebeu o tanque de guerra Nargaroth sem conversa fiada!

Por volta das 17h, os portais se abriram e o público começou a se acomodar próximo ao palco, enquanto muitos ainda chegavam e outros preferiam permanecer do lado de fora, brindando suas bebidas antes de entrar. Diferente de outros Estados, em Belo Horizonte infelizmente não houve banda de abertura, o que fez a expectativa se concentrar totalmente na chegada da atração principal.

E, logo após as 19h, com a casa já lotada, teve início a apresentação.

O público, ansioso e animado, interagia com os músicos e recebia toda a energia de volta em um clima insano. Para cada um dos presentes, dos bangers veteranos aos mais novos, a atmosfera era de culto e guerra, muito além de um simples show.

O setlist trouxe clássicos e momentos marcantes, o caos logo no início com Black Metal ist Krieg, a destruição hipnótica e admirável nos 14 minutos de Sommer, a emoção e o coro do público desde os primeiros tristes acordes de Seven Tears Are Flowing to the River, e a roda de mosh se abrindo durante Dead Embryonic Cells, cover do Sepultura executado com extrema excelência.

Ash subiu ao palco já filmando o público, criando uma conexão imediata e dando início a um ritual marcante e memorável. Após a cerimônia de guerra, uma fila se formou e todos foram recebidos pessoalmente por ele, que tirou fotos e assinou materiais, reforçando ainda mais a proximidade com os bangers.

Alguns presentes comentaram que Manchmal wenn Sie schläft, do álbum Geliebte des Regens (2003), fez falta no setlist. Outros destacaram que o novo som Requiem Germania, lançado há poucas semanas, poderia ter sido apresentado ao vivo. A faixa integra o próximo álbum Apocalyptic Steel, previsto para junho de 2026, e já desperta grande expectativa entre os bangers.

Mas todos esses assuntos seguiram noite adentro pelos bares de Belo Horizonte. Com o evento começando pontualmente e tendo pouco mais de uma hora de duração, o sábado ainda rendeu confraternizações em vários cantos da cidade.

A primeira visita da entidade Nargaroth em Belo Horizonte foi, sem dúvida, um verdadeiro culto de Black Fucking Metal.

By: Wellington Cardoso 

📸 Insta: @wellingtoncardoso87

🎥 Youtube: @wellingtoncardososupport

 Vídeos legendados Black e Death!

























26 de março de 2025

Resenha: Março Maldito (São Paulo/SP - 21/3/2025)

Por: Natália Galvão e Danilo Pacheco

O Carioca Club tremeu no dia 21 de março com a passagem devastadora do festival Março Maldito organizado pela Tumba Produções, que reuniu cinco bandas de peso para uma noite de caos sônico. A promessa de uma celebração do metal negro, thrash e death metal atraiu uma legião de headbangers sedentos por riffs cortantes e vocais guturais, e o evento entregou exatamente isso, com algumas surpresas e momentos memoráveis. O festival transcendeu as fronteiras de São Paulo, atraindo fãs de diversas regiões do Brasil e até mesmo da América Latina, que viajaram para a capital paulista em busca da experiência única que o Março Maldito prometia. O clima era de reencontros, camaradagem e celebração, com velhos amigos se reunindo e novas amizades sendo forjadas em meio à paixão compartilhada pelo metal extremo. Um ponto positivo a ser destacado é que, felizmente, o uso excessivo de celulares não foi um problema, permitindo que a maioria dos presentes se concentrasse na música e na atmosfera do evento, valorizando a experiência de quem realmente queria assistir aos shows.

A noite começou com The Black Spades, uma banda que, com clara inspiração no Venom, entregou um death metal/black metal primário e eficiente. Longe de serem apenas um aquecimento, os riffs sujos e a atitude blasfema da banda prepararam o terreno, esquentando a platéia do Carioca Club e criando a atmosfera perfeita para os shows que se seguiriam. Sua performance, carregada de referências ao Venom, plantou a semente da destruição para o resto da noite do Março Maldito.

Em seguida, o Sacramentum sueco ascendeu ao palco, trazendo sua marca registrada de black metal melódico. A atmosfera densa e sombria criada pela banda foi hipnotizante, com melodias intrincadas entrelaçadas com a ferocidade característica do gênero. A performance foi precisa e apaixonada, demonstrando a experiência e o talento que consagraram o Sacramentum como um nome importante no underground, reverberando pelas paredes do Carioca Club durante o Março Maldito.

O Desaster, diretamente da Alemanha, trouxe a fúria do thrash/black metal para o festival. A banda entregou uma performance visceral e implacável, com riffs rápidos e vocais rasgados que incendiaram a plateia. A energia contagiante do Desaster, no entanto, merecia uma resposta mais efusiva do público presente no Março Maldito.
O Bewitched, outra lenda sueca do black metal, foi um dos grandes destaques da noite. Com sua estética macabra e letras blasfemas, a banda criou um ritual sombrio e envolvente, entregando um setlist recheado de clássicos que incendiaram a platéia. A performance foi carregada de intensidade e teatralidade, com o vocalista Vargher comandando o palco com sua presença imponente e vocais guturais que ecoavam como um chamado do inferno, preenchendo o Carioca Club com uma aura sinistra durante o Março Maldito. O Bewitched foi, sem dúvida, a banda que mais agitou o público até aquele momento.

Finalmente, o momento mais aguardado da noite: Sodom. Os veteranos alemães do thrash metal subiram ao palco com a força de um exército, apresentando um setlist abrangente que incluiu clássicos como "Agent Orange", "Ausgebombt", "Nuclear Winter" e "Sodomy and Lust". A inclusão de faixas como "Shellfire Defense", "The Saw Is the Law" e "Outbreak of Evil" agradou aos fãs mais dedicados, enquanto o cover de "Leave Me in Hell" do Venom adicionou um toque especial à apresentação. Apesar da ausência de músicas dos seus primeiros e brutais álbuns, como "Obsessed by Cruelty" ou "Persecution Mania", a performance do Sodom foi um verdadeiro show de thrash metal, provando que a banda continua relevante e poderosa após décadas de estrada, e o Carioca Club sentiu o peso de cada riff durante o Março Maldito. O público respondeu com histeria, cantando em uníssono, mas, infelizmente, a energia não se traduziu em mosh pits.

Em suma, o festival Março Maldito no Carioca Club foi um sucesso absoluto, reunindo bandas de diferentes vertentes do metal extremo para uma noite de pura brutalidade e celebração da música pesada. E vale aqui um elogio a Tumba Produções, que em meio a tanto amadorismo em produções de shows na cena nacional nos últimos anos, vem entregando sempre eventos de qualidade e com profissionalismo que público e bandas merecem.

Com performances memoráveis e uma atmosfera eletrizante, o evento deixou uma marca indelével na memória dos headbangers presentes, que certamente aguardam ansiosamente a próxima edição. A performance do Sodom, com um setlist bem distribuído entre clássicos e faixas menos óbvias, entregou um show de thrash metal de alta qualidade. O setlist matador do Bewitched, recheado de clássicos que incendiaram a platéia, também merece destaque, assim como a atmosfera sombria e envolvente criada por Sacramentum e Bewitched, e a escolha do The Black Spades para abrir a noite, criando a atmosfera perfeita com sua sonoridade inspirada no Venom. O clima de união e camaradagem entre os fãs, vindos de diversas partes do Brasil e da América Latina, que se reuniram para celebrar o metal extremo, também merece ser lembrado. Se você é fã de metal extremo, este é um festival que você não pode perder! A única ressalva fica para a falta de entrega e energia do público paulista, que não conseguiu apreciar a musicalidade extrema e se entregar de corpo e alma às brutais performances que as bandas mereciam como é comum em cidades do Nordeste e Belo Horizonte. Black, Death e Thrash Metal pedem mosh e animação. 

Texto e fotos por: Natália Galvão e Danilo Pacheco

22 de maio de 2024

Batushka: 70% dos ingressos para BH vendidos

A banda Batushka, que fará apresentação em Belo Horizonte no dia 11/08/2024 juntamente com a Paradise Flames já está com boa parte dos ingressos vendidos. 

As informações são da Caveira Velha prod.

Então se você ainda não adquiriu seu corre que ainda dá tempo.

24 de agosto de 2023

Resenha: Brujeria e Velho (Belo Horizonte - 22/08/2023)


Estamos de volta para resenha de mais um grande evento que aconteceu em Belo Horizonte. Devido a algumas dificuldades por morar no interior e o evento em plena terça-feira, infelizmente não conseguimos chegar a tempo de ver as duas primeiras bandas de abertura, contudo depois de muito tempo de estrada e um pneu furado conseguimos chegar a tempo da apresentação da banda Velho, a terceira banda a tocar nessa noite.
A Velho subiu ao palco por volta das 21:30, com a missão de substituir a Cemitério que não pode se apresentar no evento. Sem sombra de dúvidas conseguiu substituir a altura, sendo uma ótima decisão da organização do evento.
Velho retornou em BH para fazer o som bem sujo, agressivo e, ao mesmo tempo, extremamente bem executado. Durante a apresentação alguns problemas técnicos aconteceram, mas nada que atrapalhasse a ótima apresentação da banda. Alguns problemas persistiram durante todo o show e o ganho na guitarra do vocalista ficou bem baixo, mas mesmo assim conseguiram passar seu som de excelente forma. Em um dado momento o vocalista chegou inclusive a frisar que o Velho nunca seria uma banda profissional, valorizando o sentimento ao invés da técnica, isso porque que antes já havia falado sobre o cansaço devido à sequência monstruosa de shows. 
De forma geral foi uma excelente apresentação, com destaque para a execução da música "Satã, Apareça!", que sem dúvida é a que mais agita e empolga a galera.

Após um intervalo de um pouco mais de 30 minutos era o momento mais esperado da noite, a apresentação do Brujeria que retornava a BH após sua última apresentação em 2007. Antes mesmo da banda subir ao palco, a galera já gritava com a chegada da bandeira mexicana com a cabeça de um manequim fincada, fazendo alusão a capa do disco "Matando Güeros" que completava 30 anos.
Nesse momento não posso deixar de destacar a ótima presença do público no evento, que deixou o Mister Rock bem cheio, desconsiderando que o show era em uma terça-feira e no fim do mês.