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12 de outubro de 2023

10/11/2023 - Metal Devastation Fest 19 (Vila Velha/ES)

METAL DEVASTATION FEST 19 
Goat Burner (Finlândia), Sodoma (PB), Delicta Carnis (ES), Nervo Chaos (SP), Test (SP), Gravekeepers (ES), Ass Flavour (ES) 
-• 10/11/2023 - Vila Velha / ES 
(Área 22) 

R$ 50,00 (promo 50 primeiros) 
R$ 60,00 (antecipado PIX) 
R$ 70,00 (na porta) 

10 Novembro 2023 
Sexta - 19hs 
Local: Área 22 - Av. Carlos Lindenberg, 5126, Planalto, Vila Velha / ES 

Infos: 
metaldevastation@gmail.com 
instagram.com/metaldevastationwebzine 
facebook.com/metaldevastation

7 de janeiro de 2023

18/03/2023 - The Seven Datas of Hell III (Cascavel/PR)

Bandas: Rebaelliun, Wargore e Human Chaos
Data: 18/03/2023 as 22h
Local: Adega Nostra Vamos - Rua Jorge Lacerda, 1587 - Cascavel/PR
Ingrerssos: R$ 40,00 antecipado / R$ 50,00 no local

11 de fevereiro de 2015

Resenha (produção): War Metal Fest III (07/02/15 - Belo Horizonte)

Midgard Produções agradece a presença de cada ser insano no War Metal Fest III. Foi simplesmente foda ver que o Metal Nacional ainda tem força o suficiente para se erguer cada dia mais! Mesmo em baixo da chuva que cai sobre Belo Horizonte desde quinta-feira (05/02/2015) e permanece até agora (09/02/2015), ainda pudemos contar com a presença de muitos nobres guerreiros que saíram do conforto de seu lar para verdadeiramente apoiar essa manifestação do Metal Nacional, ao contrário de muitos, que apenas falam, criam discórdias e intrigas, mas na hora de apoiar de verdade as bandas ou quem está movimentando a cena, se omitem... Enfim, agradecemos verdadeiramente ao bom público presente no evento que fez com que o mesmo acontecesse e com o qual sabemos que podemos contar...

Quero agradecer também as bandas, que deram o seu melhor e fizeram do evento um marco na história de BH e na nossa também em particular.

Ao Empire Of Souls, que assumirou o desafio e encararou a responsabilidade de vir para BH assumir o posto no cache no lugar da grande Thoth Amon que infelizmente teve que cancelar sua apresentação. Agradecemos imensamente a todos os integrantes da horda que encararam uma viagem de carro de Santos para Belo Horizonte e estiveram conosco durante todo o dia. Fizeram uma apresentação fudida, com um som alinhado e técnico, a pesar de um pequeno problema no palco rsrsrs.


Ao Delicta Carnis e à Carol, não só por terem vindo e feito um dos shows mais foda que já tivemos o prazer de presenciar, mas principalmente pela ajuda com a organização da excursão, prontidão em nos ajudar e entender e pelo apoio de sempre! Fiquem certos que foi uma grande honra receber em nossas terras as pessoas que fazem o metal acontecer no Estado do Espirito “Insano”, pessoas que não medem esforços para movimentar a cena e independente de qualquer coisa, nunca desistiram da batalha, pois sabem que para falar existem muitos, porém para se mexer e fazer são poucos. O Delicta Carnis fez, como sempre, uma apresentação matadora e com muita vontade e empolgação e que agitou bastante aos headbangers presentes.


Ao Tormentum Tenebris, que show!! Apresentação impecável, parecia gravação! Aos integrantes que também vieram para Belo Horizonte com toda a empolgação e vontade de fazer um som destruidor e que com certeza surpreendeu vários dos ali presentes que ainda não conheciam a banda. Podem estar certos de que esta primeira demo está sendo aguardada ansiosamente por todos!


E por fim mas não menos importante, agradecemos ao Miasthenia, que passou um dia foda conosco (juntamente com Empire of Souls), trocando ideia sobre vários assuntos e nos dando o prazer de conhecer pessoalmente todos os integrantes, que são extremamente simpáticos e humildes (ao contrário do que alguns falam sem embasamento algum). O que com certeza fez com que todos nós apreciássemos ainda mais o belo trabalho da banda (não é atoa que estão de pé ha 20 anos e se mantem como um dos maiores nomes nacionais do metal negro). 

E o que falar sobre o show do Miasthenia? PERFEITO! Percebíamos nos rostos de cada um a satisfação, a energia que emanava do palco para o público e que era recíproca, fez com que a noite do dia 07/02/2015 fosse fechada de forma mágica, presença de palco e som impecáveis. 

Na minha opinião faltaram alguns hinos, mas isso é de se esperar, afinal, uma banda com 2 splits, 2 demos e 4 Full-lenght, nunca vai conseguir tocar todas as músicas esperadas. E que não demore mais 10 anos para que voltem à terras mineiras!!!



Não posso também deixar de agradecer imensamente as pessoas que contribuíram (e muito) para que conseguíssemos fazer tudo isso acontecer:

Deborah Portes e Bruno, pela parceria de sempre e ajuda com a recepção das bandas em sua casa; 

Jader Amaral, que sempre apoia a cena de alguma forma. Sua contribuição para esse evento foi fundamental e lhe agradecemos muito pela parceria de sempre!

Tales, que foi o responsável por regular o som de cada banda e mais uma vez fez isso de forma perfeita;

Maria Teresa pela boa vontade de nos fornecer os nacionalmente famosos e disputados pães de queijo rsrs;

Yuri pela força com a excursão de Juíz de fora, não sabe o quanto seu esforço nos ajudou! 

Hector pela ajuda com a batera que insistia em dar problema rs.

Edmar pelos vídeos postados acima e fotos.

Tiago pelas fotos

E a todos que, sabendo de nossas intenções e esforço, valorizaram nosso trabalho e marcaram presença nesta negra e perfeita celebração!

Midgard Produções:

Matheus Guerra
Natália Galvão
Rayana Guerra
Lucas Marcelino


OBS: Devido a um problema na formação às vésperas do evento a banda Ateah não pode se apresentar nesse evento. Logo tal problema seja resolvido teremos o anúncio de uma nova apresentação.

Videos: Edmar Alves

Fotos por: Tiago FariasEdmar Alves



Miasthenia
 
 
 
 
 
 
 

Tormentum Tenebris
 
 
 
 

Empire of Souls
 
 
 
 

Delicta Carnis
 
 
 
 
 

10 de dezembro de 2014

Resenha: Herege Festival II (Belo Horizonte/MG - 05/12/14)

Hoje o dia está chuvoso, e sombrio, bem propício para o grande evento dessa noite que contará com grandes hordas do cenário nacional. Com esse clima e o tumulto que estava em Belo Horizonte no dia, devido ao feriado da segunda-feira próxima e muitos estavam saindo para viajar e aproveitar o feriado prolongado, com isso o dia foi de muita chuva e transito caótico, assim, somente os guerreiros dispostos a enfrentar tudo isso para apoiar a cena nacional compareceram.

A princípio esse evento contaria também com a polonesa Besatt, mas devido a diferença ideológica entre as bandas a produção do evento teve a louvável atitude de cancelar a Banda gringa e manter o evento com as bandas nacionais, o que em dias atuais está cada vez mais raro, pois o que vemos é o grande favorecimento das bandas gringas e as nacionais que se fodam... Por isso vale aqui um grande salve para a Produtora Web Roots pela louvável atitude.

Por volta das 21:30 cheguei na pota do evento e ainda haviam poucas pessoas, o que me deixou bastante apreensivo, mas aos poucos a galera foi chegando e se aglomerando alí, pois, como já citado anteriormente o trânsito nesse dia estava caótico.

A primeira banda a subir ao palco foi a Wolf´s Legacy, com algumas mudanças na formação, abriu o evento com uma ótima intro, apresentou o som que todos esperavam, impecável, mostrando estar muito bem ensaiado e com riffs extremamente marcantes.

A presença de palco de todos os integrantes faz também a diferênça e o entrosamento entre eles é nítido, com destaque para o baixo destruidor!!

24 de outubro de 2014

Malediction 666: Banda confirmada no primeiro Solstício Metal Fest: Reverencia a Bacchus em São Paulo

A Dark Radio e Arena Metal Prod. convocam os guerreiros bacantes e da mão esquerdato para celebrar uma noite de excessos. O cerimonial invocará as mais poderosas hordas do DEATH BLACK que paulatinamente serão confirmadas a cada semana neste espaço.

O evento acontecerá no Mineiro Rock Bar em Osasco no dia 13/12/2014.

A primeira horada a confirmar presença no festival foi a destruidora MALEDICTION 666
Horda formada em 1997 por Fernando Iser e Fabio Brainstorm. Em 1998 Marcos foi incorporado à horda e assim foi lançada a demo tape The eighth vision, introduzindo o Malediction no cenário Death/Black Metal nacional.

Com a repercussão da demo vieram as primeiras celebrações pelo estado, e em 2002 foi lançada a segunda maldição também em forma de tape intitulada The third part, com a participação de Steve Polisvarduc Svarigoc (horda Triumph).

Em 2006, sai o terceiro trabalho oficial intitulado Abysmal Wrath em forma de CDR PRO, sendo o primeiro trabalho não-independente da horda, lançado pelo selo paulistano DFL PROD.

Em 2007, junta-se à horda o baixista Bruno Ian, sendo que no ano seguinte o baterista Marcos deixou a horda para. A entrada de André Black Blood. Com essa formação foi lançada a coletânea Ten Years of Blasphemy pelo extinto selo grego Mordor Rec, uma compilação com músicas das demos e uma nova intitulada Dagon, gravada com a nova formação. 


Em 2010 foi gravado e lançado o debut álbum Innoculation, lançado pela corvo records, já sem André Black Blood e com a horda voltando a ser um Power trio, com Fabio Brainstorm assumindo a bateria.
Após shows de divulgação do álbum por vários estados brasileiros, Fabio deixou a horda em 2013 para a entrada de Emerson Grasso na bateria. 


Atualmente a horda se prepara para entrar em estúdio para a gravação do novo álbum, que tem previsão de lançamento para o próximo ano. 


HAIL THE BLACK ARTS!!!

Confirme presença o facebook do evento e fique ligado para as próximas bandas a confirmar.

23 de julho de 2014

Resenha: O Despertar dos Guerreiros Noturnos VII (Belo Horizonte/MG - 17/05/2014)

A tarde do dia 17/05/2014 aconteceu um dos eventos mais tradicionais do Underground de Belo Horizonte, “O Despertar dos Guerreiros Noturnos” que nessa ocasião completa sua 7ª edição e mostrou a evolução que acontece a cada ano.
A edição de 2014 foi inovadora em dois sentidos, primeiramente foi feita em uma casa que ainda não havia sido utilizada para esse tipo de evento. O espaço é ótimo, grande e bem underground. Além disso nessa edição contamos também com exposições artísticas de várias vertentes, o que nunca havia visto em nenhum outro evento.
O evento estava marcado para início as 13:00, mas devido a alguns problemas com a aparelhagem e também a falta de publico nesse horário a primeira banda subiu ao palco somente as 16:30.
A Abertura do evento ficou por conta da Negro Bode Terrorista, uma banda relativamente nova mas que já vem conquistando seu espaço no underground. Nesse momento a galera ainda estava bem espalhada e ao som dos primeiros acordes começaram a se aglomerar próximo ao palco, muitos ali presentes ainda não conheciam a banda.
O Negro Bode Terrorista mostrou um som rápido e com passagens cadenciadas e simples, mas mostrou um som muito bem definido, mesmo nas partes mais rápidas para quem estava assistindo o show conseguia sentir cada acorde.
Com um visual carregado e som simples o Negro Bode Terrorista conseguiu passar todo ódio e brutalidade proposto e o som na linha do metal extremo feito no início da década de 90, com ótima presença de palco de todos os integrantes e para mim a melhor apresentação do evento.
As 17:43 foi a vez da Wolf´s Legacy, banda também nova e que também já conquistou seu espaço no underground, veio com uma formação bem diferente da ultima apresentação que presenciei em Conselheiro Lafaiete/MG, com a saída de dois integrantes e dessa vez estava no palco todos os 3 integrantes do Incredulus além dos demais integrantes da horda.
A apresentação começou com uma ótima introdução de Uivos. A horda mostrou estar bem entrosada, pois, apesar de alguns erros de execução, os mesmos eram contornados com facilidade sem perder o ritmo da musica.
O Wolf´s Legacy conseguiu empolgar muito a galera que estava presente que aprovou o som rápido, com passagens “depressivas” e muito bem executado, que mostrou além de um ótimo som muita essência e sentimento, o que hoje infelizmente é pouco vista em muitas hordas.
As 18:30 sobe ao palco a primeira banda vinda de fora do Estado de Minas Gerais, o Malediction 666, que veio com um som cravado com um Power trio fazendo um Death Metal de forma tradicional, coisa rara em dias atuais, um Death Metal sem frescuras e sem exagerar na velocidade.
Mostrou uma apresentação dentro da expectativa de todos que esperavam muito pelo som dessa banda e queriam ver um Death Metal de qualidade.
A banda exaltou a primeira apresentação em Belo Horizonte e mandou também um foda-se a chamada “geração quarto” que são aqueles que se limitam a baixar MP3 e criar intrigas na internet e que não apóiam verdadeiramente a cena. Nesse momento a banda foi muito feliz em suas colocações, pois aqui em BH, assim como qualquer lugar do país, está cheio desse tipo de gente...
As 19:50 começa a apresentação da banda paulista de Folk Metal Sigfadhir, que mostrou que podemos sim ter eventos abrangendo várias vertentes do Metal e que o Folk Metal pode muito bem tocar em meio a bandas de Death e Black Metal. Mostraram-se estar muito bem ensaiados e levaram os sons do álbum “Galdra Smidr” de forma perfeita, mas com mais peso que no CD. O ponto alto do show e que fez o publico presente agitar foi o cover em homenagem ao grande Bathory e com certeza o Sigfadhir conseguiu passar o sentimento e essência que queriam em sua apresentação. E a apresentação é encerrada com mais um cover, dessa vez do Isengard.
Na seqüência, as 20:20 sobe ao palco a banda por muitos mais esperada da noite, o Hardegon, que veio direto de Recife/PB mostrou um som simples e direto e com uma ótima presença do baixo.
Um Power Trio que conseguiu fazer um som que agitou bastante os ali presentes a pesar de nesse momento muitos estarem espalhados pela casa, dando a impressão que a casa estava mais vazia devido ao seu tamanho.
O Hardegon conseguiu mostrar a antiga essência do Metal Negro, fazendo um som simples, mas muito bem executado, com destaque para a musica Queime que foi executada ao final da apresentação.
O fim do evento ficou a cargo da também paulista Morte Negra, que a meu ver dividiu o “título” de melhor apresentação da noite com a Negro Bode Terrorista.
Um som muito foda e bem trabalhado com claras influências de Rotting Christ em sua melhor faze. Além de um ótimo som o Morte Negra conseguiu passar um energia que poucas bandas conseguem passar nos dias atuais e essa é com certeza uma banda que espero rever em breve.
De forma geral o evento foi ótimo, com uma estrutura exemplar sem falar da inovação com os stands que transformou o evento em uma verdadeira exposição.
O ponto fraco do mesmo foi o publico que não compareceu como esperado, provavelmente devido a quantidade de eventos em datas próximas  e principalmente pelo horário, pois em Belo Horizonte as pessoas estão acostumadas a sair de suas casas por volta das 20:30 para ir para shows e para fazermos eventos a tarde ainda teremos que criar esse tipo de cultura nas pessoas, mas, por parte da organização o evento não só atendeu, mas acredito que superou as expectativas de boa parte dos presentes.
Parabéns a organização por mais um “O Despertar dos Guerreiros Noturnos” e que venham as próximas edições.
Nota: 9,0
Resenha por: Matheus H. Guerra

8 de abril de 2014

Resenha: Putridus Vox Ritual - Primeira Evocação (Campina Grande/PB - 15/03/2014)

O dia 15/03/2014 foi um dia mais que importante para mim, primeiramente por poder estar em um evento na região nordeste, o PUTRIDUS VOX RITUAL – PRIMEIRA EVOCAÇÃO , região essa a algum tempo admirada por mim por uma cena forte e intensa na qual tinha muita vontade de conhecer de perto. Nesse evento ainda pude tocar com uma das bandas mas respeitadas por mim e por boa parte da cena de Minas Gerais e nacional, o Defacer, que tenho grande orgulho de fazer parte a partir desse momento.
Para mim o evento começou na madrugada do dia 14 para o dia 15, e só terminou no dia 17/03/2014, onde fomos muito bem recebidos por um dos organizadores do evento Diego e sua esposa Monaliza, que nos trataram muito bem do primeiro ao ultimo instante que estivemos em Campina Grande, podemos conversar e conferir o quanto tais pessoas são responsáveis e integras em seu ideais e o quanto batalham para manter acesa as chamas do verdadeiro underground, se tivéssemos em cada cidade de nosso país ao menos um casal como esse tenho certeza que nossa cena seria ainda mais forte.
Vamos agora falar do evento, chegamos na casa por volta das 20:00 e já haviam alguns headbangers na porta, o que fez a expectativa aumentar ainda mais, pois, tudo indicava que seria uma grande noite, a casa de show tinha uma boa capacidade e era em um prédio histórico e bem underground.
O evento atrasou muito para começar devido a bateria que não estava no local, não compreendi muito bem o que estava acontecendo, mas as apresentações iniciaram-se somente por volta das 23:00 e com a casa nesse momento extremamente cheia.

26 de março de 2014

Resenha - Guerreiros Triunfantes III Belo Horizonte - 08/03/2014)

Saudações guerreiros e guerreiras que apreciam o War Metal.

Hoje vamos resenhar o evento Guerreiros Triunfantes III realizado no ultimo dia 8 de Março no Espaço Rock Bar no Barreiro de Cima em BH. A primeira vez que fui a este espaço era apenas um bar com amplo espaço, mas podia perceber que aquele espaço poderia conceder uma maior infraestrutura para um local de realizações de Shows. Não deu outra, alguns anos depois ao retornar ao local e o espaço está muito bem estruturado e bom para se ambientar, uma estrutura de primeira linha em que houve investimentos bem elaborados, além do espaço para shows, contém uma ampla área externa para churrasco e várias mesas, com certeza BH ganhou um grande aliado para fins ao Metal underground.

Ao show dos Guerreiros Triunfantes que chega à sua terceira edição com ótimas iniciativas dos organizadores, traz a ideia em buscar e prevalecer à ideia do Metal Underground, dando oportunidades para hordas remanescentes ate atingir hordas tradicionais da cena Mineira. Durante ao evento, percebi que todos estavam a vontades, sem pressa nas apresentações e revezamentos de palco isso achei legal pois proporcionou uma atividade maleável para corrigir imprevistos que todo e qualquer evento acontece, deixar as hordas se prepararem sem presa vai trazer ótimas apresentações, mas isto foi claro em cima da metodologia da organização, ou seja, evento de poucas bandas mas com grande conteúdo.



Como o evento estava para começar entre 21hs à 22hs não foi possível garantir o horário certo, mas porem como a estrutura do local e muito positivo, ninguém reclamou da demora, pois todos estavam bem acomodados degustando bebidas na maior tranquilidade. Apos este atraso, às 23hs e 18 minutos sobe ao palco a horda promissora de Deatn Metal Coffinfeeder que entrou no lugar do Punho Destruidor. A horda já iniciaram com um Detah Metal  brutal e bem ao modo tradicional, ótimas pegadas do guitarrista que propôs palhetadas fortes e tecnicamente com arranjos que lembrou um pouco Benediction.  O baterista (Bruno Lopes) ele tem uma ótima noção de tempo nas musicas, executam ótimos contra tempo e boa metrancas, só achei que as suas execuções dos bumbos não ficou 100% forte. 


Gostei muito do hino Deny The Gods que por sinal foi a primeira musica a ser executada e também vale destacar o hino Nightmare que há boas variações cadenciadas e brutais e ótimas marcações do Baixista (Hugo Fonseca). Em geral a horda leva um bom Death Metal, eles ficaram apenas devendo  pontos que mostraram alguns desentrosamentos, mas não atrapalhou na apresentação. Ficarei ansioso de ver a próxima apresentação desses Headbanger, firmar ainda mais  a Ideologia, pois eles falam de eras infernais conforme o vocalista que estava  me dizendo ao decorrer do evento,  e que por sinal seu vocal gutural e muito bem executado e traz impacto e obscuridade, agrado desses tipos de vozes.



Um ponto a destacar e que no meu ver e gera muita polêmica em vários tipos de conclusões e opiniões de diversos headbanger’s  e a questão de subir no palco de bermuda, eu gostaria de aproveitar esta oportunidade e colocar aqui este o assunto, e até pedir desculpas ao senhores do Coffinfeeder em ocupar o espaço deles nesta resenha.

1 – Em muitas situações pelo fato da horda tocar de Bermuda, não tira a ideia inicial em impor o metal negro de inicio, mas ao decorrer pode queimar um pouco o filme tendo uma reação em cadeia de forma negativa e certa intermitência em vários pensamentos, ofusca um pouco a ideologia que a  horda X emprega, em alguns casos não ofusca a sonoridade, apenas prejudica  no decorrer  da presença de palco. Neste raciocínio, muitos não importam que a horda toque ou não de bermuda, que importa e o som, em cima disso será que podemos pensar que o som não e a única coisa que se importa? Pois o verdadeiro metal nunca pode ser um ato paliativo,  o som importa sim e claro! Mas também tem que puxar o restante dos vagões: A ideologia que a horda transmite importa, os trabalhos gráficos mostrando aos headbanger importa a expressão efetiva diante dos apreciadores , passar a ideia que a horda transmite importa também... Mostra-se que estes pontos do xadrez estão bem posicionados para refletir em nossas mentes que o metal underground e um fator único, original, de princípios e tradição nos moldes da experiencia, isso é moderno e inovador que não necessita de fugir do contexto, tudo isso importa...E grandioso...

 Nossa instituição são poucos os seres que entende no campo da sonoridade, no campo da expressão e liberdade, no  campo do respeito e no campo da sabedoria, só o headbanger tem a focalização de espelhar os primeiro diferenciais  do mundo, que o restante da sociedade porca demora mais tempo para perceber.  Então será que  tocar de bermuda que foi um  acessório inventado fora do metal mas muito bem inventado para a estética tropical que faz parte do dia dia,  e será que devemos dar  força á isso em nossa transmissão? O fator horda e apreciadores? E claro que num calor desgraçado usar calça  num show com estruturas  fechadas e apertadas e muito ruim, mas esforçaria de subir no palco num visual headbanger e  dar o melhor e depois do show descansaria e colocaria a minha bermuda para ficar a vontade, ai sim e a ideia radical mas racional, e simplesmente ser sensato em traduzir momentos, ambientes e pessoas, usar isso no palco tira créditos.

2 – Quando uma horda entra de bermuda, faz me lembrar duma merda de banda de Skatista que tocou na minha escola na época da 8ª Série na ocasião esse gênero estava em alta (risos), eles tinham bermuda largas, estavam pulando ao decorrer das musicas e após o show eles disseram que estavam  tocando metal, e isso me deixou meio irônico pensando que merda era aquela banda.
 Ao passar dos anos nunca mais esqueci  este fato e foi bom para impedir mais modismo ao underground,  realmente não acho legal bandas do underground subir ao palco de Bermuda,   pois já ouvi muitas opiniões sobre isso e só respeito as conclusões das pessoas, pois também há questões de liberdade expressão, porém a liberdade não se conquiste só nos atos radicais que distorce a normalidade, o fator libertário  se conquista também na ideia para que os atos sejam bem empregados de acordo com a causa e sem puxar para o lado de modismo, se olhar diversas histórias mundiais a liberdade que temos hoje não foram exóticas foi evidente e simples. Quando a causa e normal não teria motivos de mudar, devemos analisar que o metal negro e único e  moderno deste da sua origem, no palco não acho legal de mudar uma coisa que  esta na frente de seu tempo,  não ia desperdiçar uma grande oportunidade  única, em mostrar nossas influências, o som,  nossa cultura e a amplitude do headbanger, que nos faz ter uma visão mais além. Detalhar o visual em pequenas coisas na área do  palco nem imaginam o grande diferencial, pois já ouvi de uma grande guerreira que apenas o acessório que aquele vocalista estava usando e os efeitos das luzes fizeram um detalhe único naquele momento da apresentação,  o ambiente ficava escuro e  o brilho do Pentagrama no pescoço daquele indivíduo ficava evidente e ela mencionou que se a pessoa estivesse de bermuda ou saia se fosse uma vocalista, não daria a mesmo visual  naquele momento, ocorreu naturalmente, houve emoção, e não precisou forçar nada; não precisou de misturar.

3 – Para muitos bateristas é muitos e difícil de tocar de calça, pois umas pessoas tem pernas mais longas, outras  não tem o movimento do joelho necessário para bater nos bumbos quando esta de calça, outros já tocam de calça normalmente e em fim, existe várias outras questões dependendo do batera. A  questão  é  ser sensato apenas, para um baterista que faz muito esforço físico, não há problema nenhum de tocar de bermuda ou short, e muito normal, pois a amplitude da bateria  logicamente faz a pessoa  esticar mais os braços e pernas e manter a coordenação motora, o esforço físico e bem relevante. Mas a linha de frente que apesar de que há esforços também e um pouco mais simples em fazer uma ação conjunta em termos presenciais no palco.




Então é isso senhores do  Coffinfeeder, na hora da apresentação em termos de presença de palco fica mais completo para insanidade, e vocês tem ótimas presença em cima do palco, batem muita a cabeça há sentimentos na causa e tem todos os ingredientes para isso, a questão de bermuda só tirou uma pequena porcentagem na hora do show.

 Esta é apenas  uma introdução e existirão muitas conclusões melhor ou pior do que o contexto abordado, somente na hora do show a partir do momento ao subir no palco e preparar uns dos artifícios do underground e o metal negro, vale a pena reservar aquele momento e construir ainda mais a tradição.  Talvez eu possa até falar sobre isso, porque sei como que é o papel de horda, de apreciador,  shows e organizações,  muitas coisas que aconteceram diante da minha alma negra.

Set List: Deny The Gods – Enslaved By Ingnorance – Gods Busy – Tecnology Eat Your Soul – Nightmare – Theon Thelema.

Nota – 6,0


Voltando para as  hordas as 00hs 48 minutos chega ao palco a horda de Juiz de Fora Chaos 666. A primeira que vez que vi a horda tocar foi em Juiz de Fora onde que os mesmo dividiram o palco com Luvart e In Nomie Belialis. De lá para cá o show em BH foi melhor porque a cada celebração as hordas naturalmente melhoram, todos os integrantes tocam muito e fizeram uma boa apresentação sonora destacando ótimas execuções dos vocais rasgados  porem ao mesmo tempo via pouco sincronismo diante ao público, achei ele muito parado e não transmitia aquele impacto em convocar os headbanger, mas porém cada um tem o seu jeito em apresentar,  mas vale lembra que o  timbre da voz me agradou,  sincronizou  com ótimas execuções instrumentais do restante da horda e proporcionou detalhes que tinha que ser bem observados.  O Baterista , gostei muito em ver ele em atividade nas metrancas, que são ótimas e variadas e demostrou boa experiência  em transmitir segurança ao restante da horda, ele esta de parabéns.



 O Hino Black Symphony e muito bom de ouvir, e o Hino que naturalmente reflete mais emoção e princípios no decorrer das apresentações do Chaos 666. Esse hino tem partes  brutais e ótimos contra tempos que faz viajar, e no meio dessa música mostra autenticidade  no som, e naturalmente incorpora  na mente  em ver todos da horda acompanhando as letras, as palhetadas  rápidas na guitarra se destacam muito nesse som.


 O Baixista tocou com uma mascara ante gás, ligeiramente pode ate fugir no contexto da horda, mas como que o Chaos 666 introduz guerras contra a hipocrisia, fica fácil de entender o uso da mascara, destaca essa ideal que já foi informado para mim por uns dos integrantes,  ficou diferente para uma horda de Black Metal, mas não ofuscou muito na apresentação. Pela recepção que tive Juiz de Fora e sempre bom receber esses aliados em BH. . Hail.

SetList : Ride To Hell - Fuck The World - Profound Eternity - Nocturnal Supremacy -  The Maniac Goat - ombastic Penetration Of Supreme Evil -  Arrogant Metal.

Nota 6,5

Voltando para a sequência as 02hs 05 minutos sobe ao palco o Dark Opus. Já falei em outras ocasiões que o Dark Opus o mais massa para mim e manter a ideia anti Cristianismo e ao decorrer dos anos sempre lutando e melhorando em suas apresentações. Na ocasião a horda manteve sua tradição e confiança aos headbanger’s impondo princípios e ideologia que sempre aconteceu aos longos desses anos ou seja, horda que se garante  e trilha com insanidade, manter personalidade e um fator de melhoria.  A única coisa que falta ao Dark Opus e mais uma guitarra já citei isso algumas vezes, pois uma horda que há conteúdo variado merece  mais uma guitarra, ai vocês ainda vão se impressionar pelo som e o clico de desenvolvimento do Dark Opus que é bom ficará ainda melhor, e a partir dai é manter ainda mais a ideia e fazer mais celebrações para nos bater cabeça.



Aos integrantes do Dark Opus apenas evidencio que todos executam muito bem os instrumentos, todos os guerreiros ali se destacam e os headbanger’s de BH comprovam isso. Ao show do Opus agradei de todos os hinos, o som lá em baixo estava bom de ouvir, a experiência dos mesmos em preparar o palco antes das apresentações me marca bastante. Eles iniciaram com o Hino The Last Battle que  me agrada principalmente no timbre e nas bases mais extremas onde que a naturalidade da palavra empregadas em cima do arranjo mostra muito bem um som Black Metal de um bom Nível Sinfônico. No Hino Astaroth e muito foda esse som, mostra ali um momento de sentimento em prol do metal negro relembrando guerreiros do passado, um hino muito tradicional entre nos headbanger.
 A explosão maior fica por conta da The True Dark Opus, me passa a ideia em marcha para a guerra, isso e muito insano e obscuro, mostra o nosso valor diante ignaros da terra vivente isso e uma nobre demonstração. Os dois últimos hinos que fecharam a celebração do Dark Opus são novos, vejo ali a mesma ideia e qualidade como, por exemplo, na Diabolus in Musicka Rites que agrada os sons do teclado marcando bem o tempo . Em fim e sempre bom rever o Dark Opus, e uma horda que tem muita honra, a cena de MG e BH ganha muito com isso. Haill.

SetList - The Last Battle - Nocturnal Supremacy - The True Dark Opus - Astaroth - Black Symphony - Diabolus in Musicka Rites.

Nota 7,0

As 3hs e 10 minutos sob no palco o Abasbaron umas das hordas tradicionais de BH. O Abasbaron conheço mais ou menos há 10 anos, no penúltimo retorno, tenho boas lembranças quando o Abasbaron ensaiava no mesmo estúdio com Balck Empire, Incredulos o Dark Opus e o Imoonterk eram reuniões insanas e memoráveis. Lembro-me de acompanhar o som do Abasbaron que com certeza trazia um diferencial sonoro e muitas bases marcantes e pesadas para mim naquela época, era uma agradável honra de ver a ideia deles ali. Recentemente, agora na ultima vez que o Abasbaron voltou, sua formação atual engrandeceu a horda, o som ficou com mais conteúdo e muito mais elaborado, nas musicas antigas foram lapidadas e as ver sendo tocado com duas guitarras o peso ficou muito bom, ali eu vejo que pela experiência de todos integrantes, tornou o Abasbaron umas das bandas melhores bandas de BH e agora com certeza deslancha na cena undergroud.

 Enquanto a suas apresentações agente percebia ótima presença de palco e os headbanger acompanhando a ideia, mostravam-se muito controle sem muito dos integrantes olhar um para o outro, O Abasbaron esta atualmente muito bem ensaiado. Ao perguntar sobre o que o Abasbaron transmite hoje, não foge muito do contexto,  fui respondido que o Abasbaron esta nem ai para Deus e o Capeta, que importa e  transmissão em efetuar o Metal underground e viver a cultura do Headbanger.

No meu ver, não devemos ignorar muito isso, falo em não ignorar o fator das trevas pois ela e muito mal interpretada, pois há lendas nisso tudo e onde que cria a lendas sempre há uma história verdadeira. Nos headbanger temos sim um ponto diferencial, vejo muitas condutas que devemos ser Satanistas na hora de guerrear contra os inimigos, ser ocultistas para extrair informações dos nossos inimigos para saber critica-los e ser pagão para apreciar a natureza e as nossas celebrações, reviver um pouco dos pensamentos dos verdadeiros espíritos de nossos ancestrais que nos move hoje ideologicamente, e fugir da religião que não presta para o mundo e torna o cristianismo a arma mais manipuladora da mente humana.

 Temos ideias diferenciadas em cada ser Headbanger e até de forma positiva que  há intrigas entre agente e as vezes penso que é um ensaio para fortalecer a nossa cena identificando o lugar de cada um,  pois um dia pode chegar de nos se manifestarem com extremidade contra este sistema que atravessa os séculos, ai não será o momento de ficar do lado medroso.  Ateísmo e não sabe extrair a verdadeira purificação e não saber o que é real deixando de pegar parcialmente os fatores Satanistas, ocultistas e pagãs, pois estes fatores existem porcentagens distorcidas nos dias atuais,  pode muito bem criar nosso elo extraindo a realidade disso sob estudos e após estudos, pois são estes fatores que nos traduz para vivencia do metal, ateísmo no dia dia da cidade é sim uma forma de esconder, ou melhor disfarçar por um tempo, o cristianismo e manipulador, e talvez não irá  demorar novamente eles influenciar a sociedade politica em dar um basta na agente que veste de preto que é contra os ideais deles, eles possuem contatos de todos os tipos que influenciam o mundo, e quando chegar a hora em que somos bem identificados pela nossa cultura, achar que não será o momento de dizer o fator  de  Deus ou de  Lúcifer, com ou sem eles ou nenhum deles não vai se salvar basta a entender primeiro o seu papel e escolhe um lado para não intermediar, e sabemos que é mais sensato ficar junto dos verdadeiros guerreiros, o jogo de catas começou há muito tempo e melhor reagrupar e pensar melhor na coisa que nos atinge de forma lenta, e o minimo detalhe que temos que farejar, para que na hora H todos tenham a sabedoria de agir, ai não dará tempo para ficar mais no meio,  o tempo do beneficio da dúvida não terá a validade, e temos que extrair estes artifícios verdadeiros que ainda existem nos fatores Satânicos, Ocultos e Pagãs, como já falei estes fatores hoje são distorcidos confundindo muita gente, empregado pelo cristianismo criando " Matrix"  em nossas cabeças , desabilitando  á criar nossos papeis diante da sociedade falsa, o inteligente à fazer e se posicionar em cada situação e não esquecer o foco para proteger a cultura Banger  .
 O momento das correrias nas cidades grandes e muito brutal, talvez isso seja uma barreira que impede o conflito de forma imediata , mas toda barreira cai, a sociedade por enquanto esta preocupada com a decadência econômica, segurança e de muitas coisas que vão acontecer em 2014, ainda estamos de folga mas preparado para bater o cartão, a reflexão e pensar melhor no ambiente, nos lugares e na personalidade para reservar nossos segredos.

Ao Abasbaron um salve que continue expor ao underground e o verdadeiro metal negro, conheço cada integrante e todos terão frutos em fazer parte da história de uma boa horda.

Nota 7,5

Set List:  Last Battle – Evil Methaphisycal – The Glory of Pagan Winds – Dark Soul – The Last Opponent – Marching To The Death – Hellhounds – Metal Blood – Ex Ledge - War.








                                                                                                                                                                                                                            OBS – A Horda Punho Destruidor não participou do evento os motivos não foram informado ao Warmetal.

Publico: Cerca de 90 há 150 pessoas.






Aos Guerreiros Triunfantes foi um bom trabalho e que venha o Quarto... Haill.
Nota do evento - 8

11 de fevereiro de 2014

Resenha - Aggressive Noise Fest (Belo Horizonte - 07/02/2014)


Saudações Guerreiros e Guerreiras apreciadores do War Metal.

 No ultimo dia 07 e Fevereiro na casa Matriz foi realizado o Agressive Noise Fest ministrado pelos organizadores Pedro e Luiz ambos membros do portal Webroots e também parceiros do War Metal. Como o evento estava sendo realizado no Matriz, todo headbanger Belo Horizontino e região sabe como funciona a logística e atendimento da casa, sendo assim, não houve falta de bebidas e alimentos, percebi que todos estavam a vontade e apreciando as apresentações das bandas.

Sobre o show, teve uma demora de cerca de 50 minutos ou mais, mas não comprometeu o tempo das bandas e nem prejudicou o tempo limite da casa, foi um evento muito tranquilo e de fato, que infelizmente tinha mais ou menos umas 80 pessoas ou um pouco mais do que isso.

Por volta das 22:30 horas a primeira banda a subir ao palco foi o Factor Kill. Eles começaram a música Torture que é muito bem executada com riffs fortes com paletadas rápidas criando um Thrash Metal bem original com bases que realmente fazem os headbangers bater a cabeça. Gostei muito a disciplina em geral da banda em relação ao tempo, eles fizeram isso muito certinho, mostra-se que são muito bem entrosados e sabe traduzir isso com uma boa presença de palco e mostrando ao público presente um bom som de se ouvir. Gostei muito da musica Crazy For Beers, ou seja, ele inicia-se com a guitarra fazendo uma ótima agressividade e os demais instrumentos fazendo uma entrada bem old school e mantendo paletadas rápidas sendo acompanhado ao final da música com um belo solo, vejo ali que é muito promissor o som do Factor Kill e posso dizer ao trocar idéias com eles,  aos poucos vi ali uma banda honrada, evidenciando em suas letras algumas formas contra ao cristianismo e abordando caos que o mundo já viveu, agora senhores headbanger, acho podem confiar neles.

Factor Kill, tem bons executores, trazendo originalidade do Thrash Metal e que foi uma ótima abertura para o evento, espero vida longa ao Factor Kill e sem cometer vacilos na cena, digo isso que historicamente muitas boas hordas de Thrash já vacilaram, temos que manter ideologia e transmitir o verdadeiro metal, e o dever de todos, sendo os Black's, Death's, Heave's e os Trash's. Confira esta horda na internet e troquem ideia, que com certeza que os leitores vão gostar.



Set List

1 - Torture. 2 - Red Violence. 3 - Buring Till The Bones. 4 - Crazy For Beers. 5 - Total Attack. 6 - Mortal Ways. 7 - Nuclear Bomb. 8 - Factor Kill. 9 - Low Progress.

Por volta das 23:10 entra a segunda banda a se apresentar, falamos do Rastros de Ódio. Essa banda executa um Grind/Punk puxado as vezes por bases que lembra vagarosamente o Napham Death. O Rastros de Ódio demostra protesto, ódio e diversas injustiças que ocorre no sistemas, como filas imensas nas repartições publicas, Imobilidade Urbana, Desnecessidade da Copa do Mundo no Brasil, Fraudes Politicas e enfim, toda desgraça que acontece que o prejudicado final são as pessoas de poucas rendas.

Tudo isso que falamos foi bem dito pelo vocalista da banda. No meu ver todo headbanger é contra esses fatos verísticos, tenho certeza que na sociedade, sendo preconceituosa, o ser headbanger se posiciona na forma mais culta em saber o que esta acontecendo no mundo, pois procuramos saber para criticar e lutar, porque tenho certeza que nós sabemos identificar o que são os pesadelos e também o que são os sonhos, muito diferente de cidadãos deste país que ainda não perceberam a fundo os mínimos detalhes de que como funciona o sistema. Infelizmente e a minha pura opinião, acredito que um dos integrantes da banda esta num lugar errado, antes disso tudo temos que aborda os detalhes:
1 - O Evento, demostra uma celebração que o intuito das tematologia das bandas em sua maioria apresenta contra o sistema;
2 - O sistema não e só feito e elaborado somente pelos políticos, há também atuações da Igreja e suas religiões, vocês lembram da Pec 99, os religiosos querendo o poder lá em Brasilia? E no senado, que saiu o Sarney e coloca no lugar o Renan Calheiros que um câncer deste pais.
3 - Para um evento, o organizador e a banda tem que ter as idéias alinhadas, querendo ou não há espaço no mundo para todo tipo de gênero, dependendo do gênero Grindcore, pode dividir um palco junto com bandas de Heavy e Thransh, mas acho que a ideia tem que pairar um pouco, porque tem que preservar o publico presente transmitindo confiança e respeito.


Pois bem senhores(as) HeadBangr's, digo isso em princípio a banda tem que ter pelo menos um bom senso interno para identificar sua posição em um evento, o que adianta de uma banda ser uma arma contra toda as injustiças do mundo e deixar o guitarrista tocar com um crucifixo rosa, demostra que ele e a favor de uma coisa que tem a mesma magnitude de injustiças praticadas nesse mundo não é senhores? Acho que faltou postura na banda com a relação a esta ideia, pois acho que o alinhamento musical não basta, acho que tem que ter alinhamento na ideia também , faltou um pouco de alinhamento da organização aprofundar para ver se há algum empecilho que possa atrapalhar o evento.

No fim ele foi questionado pelo restante do publico e pelas outras bandas também, e não houve confusão pelo fato que o guitarrista apresentava de ser um cara novo, talvez inciando a personalidade diante do metal,  mas com tempo ele foi embora, lembro que não tinha mais visto em meados da terceira apresentação.

Mas fica o alerta senhores do Rastros de Ódio, acredito que mesmo que as suas ideias em geral acompanha ao headbanger's em termo de sistema, mas acho plausível de sempre perguntar ao organizador, o tema do show, qual são as idéias das outras bandas para vocês traduzir os fatos se vão refletir negativamente ou positivamente a sua banda, pensem bem, ainda não estou apequenando-os, as coisas crescem eventualmente com boas criticas, continuem suas lutas contra o sistemas, mas cuidados por pequenos detalhes que lhe podem conceder alguma perda na batalha.

Por volta das 00:00 sobe ao palco o Thrash Attack iniciando uma impia introdução e já brutalizando com a musica Thrash Attack que particularmente gosto dessa musica que já me apresentaram no passado.
Um power trio muito bem ensaiado, vejo um baterista que efetua bons contra tempos, paletadas fortes por parte do guitarrista e vejo ainda o Dudu, baixista fazendo marcações, explosão na hora da brutalidade sendo no meu ver o  controlador dos batimentos cardíacos do Thrash Attack.

O som mostra um Thrash Metal  original que em algumas bases lembra bem o Nuclear Assault. Eu destaco as musicas Death Gods e Metal Forçe que foram as ultimas do setlist, gostei muto das bases, mostrando peso que estimula a bater muita cabeça, e acompanhamento de solos bem elaborados, realmente na hora estava muito massa de ouvir as execuções do Thrash Attack. Esta horda mantem sua honra ideológica, gostei dos manifesto do vocalista e guitarrista no palco preservando ao headbanger o valor e o papel do metal negro do jeito que tem ser feito, pois o Thrash Attack mantém uma ideologia impia, impondo o som old school e que merecem ao decorrer da trajetória respeito, vale a pena manter contato com a horda.

Set List:

1 - Intro / Trash Attack. 2 - Breed To Kill. 3 - True Maniacs. 4 - Rilling Mass. 5 - Alcoholic Possession. 6 - Death Gods. 7 - Metal Force.

As 00:55 sobe ao palco o WitchKross, com certeza a horda mais esperada da noite. Hoje em dia e muito difícil de encontrar banda de Evil Heavy Metal em terras nacionais, creio que a essência gerada ao decorrer dos anos 80 foi menos intensificada ao passar do tempo, porem a originalidade e princípios mantiveram e em pleno anos 2000 surge uma horda que merecem respeito do publico headbanger . Ao integrante Luciano sempre conhecia de vista na região da cidade de Contagem quando era pré adolescente, era muito bom aqueles tempos, em poucos anos para cá é que tenho trocado ideia com ele, e sempre mostrou a dedicação ao evidenciar seu projeto, refletir a mente dos headbanger como o som Evil Heavy Metal  e a sua importância no cenário é muito bom que ainda há uma linha de som hoje em dia em Minas Gerais como este.


O lançamento do CD Stronger Than Holiness não poderia ser melhor, a sequencia igual ao CD fez muitos Headbangers em cantar e acompanhar as musicas, a Extracting Confessions que termina com uma ", Evil Heavy Metal e a Spit At Betrayers "introdução do desenho animado do Tom e Jerry" e que são as minhas prediletas mas o cd todo e bom e ao vivo também, mostrando arranjos com ótimas paletadas "cavalgadas"  com vocais limpos que na minha opinião são os mais difíceis de fazer, vocal agudo e as extremidades em finalizar as frases é uma essência marcante, o Isagon sabe fazer isso muito bem, ótimos contra tempo resultante da evolução do Baterista Samael em que já vi ele tocando quando ele era bem mais novo e a marcação e originalidade do contra baixo.


E muito difícil até mesmo falar em detalhes dos hinos ao vivo e no CD, com certeza todo headbanger vai agradar muito em ouvir o som  WitchKross, para quem esta na estrada a mais tempo vai reviver bem este som no cenário undergrround. Para finalizar, a oitava música apresentada foi um som novo chamada Anubis que manteve a originalidade do Evil Heavy Metal e destacar ótimas performance na guitarra acompanhado de belo solo e como sempre a garantia de presença de palco de todos os integrantes, para o evento foi uma ótima chave ouro, valeu a pena o ingresso.

Se tList:

1 - Extracting Confessions. 2 - Witchcraft. 3 - Evil Heavy Metal. 4 - Walpurgis Nigth. 5 - Sorcerer Of The Snakes. 6 - Exciter of Nuns. 7 - Maverick. 8 - Anubis. 9 - Spit At Betrayers.

Por volta de 2:00 foi a vez da promissora horda Nuclear Screams formado por jovens heabanger entre 15 à 17 anos, o baterista tem uma idade mais avançada tendo ainda 25 anos. Vi ali uma explosão, a vontade enorme dos meninos querendo mostrar o trabalho. O Guitarrista e Vocal da Horda toca muito bem, ainda falta aqueles conceito de tempo, saber conciliar a calma e a brutalidade no momento certo da musica e entre elas ao decorrer das apresentações, O baixista efetua bom acordes e sabe muito bem introduzir peso nas musicas, eles executaram covers do Sepultura "Trops Of Doom" e "Black Metal" do Venon.

As musicas próprias destaco a Into The Crypts, vi ali um peso que caracterizou muita bateção de cabeça. Destaco ainda a presença de palco do Nuclear Screams, principalmente do guitarra e vocal sabendo um pouco transmitir a verdadeira essência do Thrash Metal.  Houve um ponto negativo onde que ocorreu problemas na bateria, uns dos tons saiu do display e ao baterista  Nuclear Screams achei sua performance um pouco baixa chegando até mesmo atrapalhando o tempo das músicas de forma mais suavizável, deu para perceber que ele estava bem cansado, porem lembro também que ele morchou muito ao decorrer do show, se cansou e não se preservou em manter a performance, sugiro para quem é baterista e tocará em ultimo sempre preservar, tipo parar de beber pelo menos 1 hora antes da apresentação e mantendo e garantido a presença de palco que e mais importante artificio para uma horda promissora.


O Baterista, vi ali em suas execuções bons contra tempos e boas viradas, acho que só faltou um pouco de folego e com certeza na próxima apresentação terá mais resultados positivos e que nesse evento possamos avaliar no final, que  Nuclear Scream fechou melhor possível o evento, agora e sim firmar na ideologia, pois o baixista me explicou que eles são contra da discórdia da  religião,  claro e opinando é saber se posicionar ao metal e o undergroud, manter postura em primeiro lugar e não deixar as coisas anti-metal e anti-ser-Headbanger atrapalhar projetos e satisfação, cuidar da cena também é tarefa para quem esta começando na estrada. Vida longa aoNuclear Screams.

Set List:

1 - Intro + Nuclear. 2 - Why The World Is Alive. 3 - Into The Crypts. 4 - Troops Of Doom (Cover Sepultura). 5 - Failed. 6 - Black Metal (cover Venon). 7 - Live Holy.


O evento atingiu o objetivo, lamentações da horda colombiana Aggressive  não poder ter vindo, as expectativas foram muitos grandes, como velho ditado, mais uma tarefa comprida. Um Salve ao Pedro e o Luiz pela iniciativa e credenciar o War Metal ao evento e ficando apenas uma sugestão de sempre contactar a banda em todos os detalhes para não houver empecilhos de ultima hora causada por idéias adversas que podem prejudicar o evento, no mais foi massa o evento.

Nota - 6,5

Haill.

Confiram abaixo programa Invasão Holocausto especial sobre esse evento.