28 de maio de 2012

A banda alemã de Raw Death Metal Warhammer acaba de confirmar que passará por terras brasileiras em novembro.

O Warhammer é um tributo ao Hellhammer. Criado em 1994, a banda sempre se preocupa ao máximo em manter um linha musical na mesma medida da banda ícone. Neste tempo eles gravaram 5 álbuns oficiais, além de demos, splits, singles, compilations e um DVD.

Os produtores interessados em levar o Warhammer para sua cidade entre em contato no email whipstriker@yahoo.com.br

Ainda não temos as datas exatas, mas até o momento sabemos que a banda passará por São Paulo e Belo Horizonte.

Maiores informações em breve.

27 de maio de 2012

Release - Exumer e Artillery - Irão tocar no II Thrash Assault Festival em BH

Para prepararmos para o histórico show das bandas Artillery e Exumer em BH estou postando a release das bandas, para quem não conhece saber o que está por vir numa histórica noite de um clássico Thrash Metal.
A banda foi formada em 1982 pelo guitarrista Jørgen Sandau (roadie da banda Mercyful Fate) e pelo baterista Carsten Nielsen. Mais tarde Per Willem Onink (vocalista) e os irmãos Michael Stützer (guitarrista) e Morten Stützer (baixista) juntaram-se a eles.
Ainda naquele ano, em Dezembro, eles gravam a demo We Are Dead e começam a dar os primeiros concertos.
Em Junho de 1983, Onink sai da banda, uma vez que a banda procurava um tipo de voz diferente. Assim, Carsten Lohmann junta-se á banda em Setembro.
No ano seguinte, o Artillery entra nos Ole Erling's Lydstudio para gravarem a demo Shellshock, lançada em Agosto. Em Outubro voltam ao mesmo estúdio, desta vez para a gravação de Deeds of Darkness, também demo.
A banda não estava satisfeita com o trabalho de Lohmann e começaram á procura de outro vocalista, Flemming Rönsdorf foi o escolhido.
Em Janeiro de 1985 é gravada mais uma demo (Fear of Tomorrow). Em Maio voltam ao estúdio e gravam seu primeiro álbum intitulado Fear of Tomorrow. Músicas como "The Almighty", "Time Has Come", "The Eternal War" e "Deeds of Darkness" podem ser consideradas como "carro-chefe" do álbum.
No Verão viajam pela Bélgica e Holanda e, no final do ano, acompanham as bandas Slayer e King Diamond.
Em Setembro do ano seguinte Terror Squad, o segundo álbum da banda, é gravado, porém não é lançado de imediato pois o baixista, Morten Stützer junta-se a Henrik Quaade e formam o Furious Trauma.
Em 1987, Terror Squad foi finalmente apresentado ao público. "The Challenge", "In The Trash" e "Terror Squad" chamam a atenção.
Em 1988 foram convidados para tocarem no Next Stop Soviet programme, sendo a primeira banda estrangeira a actuar na União Soviética. Depois de atuarem algumas vezes na Rússia, alguns fans quebram as regras de segurança e o Artillery é banido por serem considerados uma "influência decadente". Ainda nesse ano o baixista Michael "Romchael" Rasmussen é contratado.
Em 1989 gravaram o compacto/demo Khomaniac (demo), de duas faixas: "Khomaniac" e "Don't Believe". Peter Thorslund tornou-se membro da banda como baixista, e Rasmussen juntou-se a Furious Trauma.
Em 1990 é gravado o terceiro álbum, By Inheritance, o último lançado pela Roadracer Records. Considerado por críticos e pelo público como o melhor álbum da banda. Destaque para "Khomaniac", "Don't Believe", "By Inheiritance", "Bombfood", "Back In The Trash" e "Equal At First".
Michael Stutzer deixou Artillery e reativou a banda Missing Link.
Depois de alguns concertos, Flemming Rönsdorf também deixou a banda, sendo substituído por John Mathiasen.
Em Junho de 1991, a banda tocou no Roskilde Festival e no mesmo ano a demo Mind Factory é gravada, com Quaade na bateria, contudo não chegou a ser lançada. Ainda em 1991, Benny Dallschmidt entrou para o lugar de Quaade na bateria.
No ano seguinte, Mathiasen é substituído por Mickey Finn.
Em 1998, a editora dinamarquesa Mighty Music lança a compilação Deadly Relics, que junta todas as demos, exceto "We Are the Dead".
Depois de um curto período de separação, os "irmãos Stützer" reativam Artillery.
No Verão de 1999 Artillery assina com a Diehard Music e logo depois gravam o quarto álbum, B.A.C.K., que conta com a participação do baterista Per M. Jensen no luga de Carstem Nielsem. Destaca-se as músicas "Cybermind", "WWW", "Violent Breed" e "Final Show". Pouco depois, são convidados para tocarem no Wacken Open Air.
Em Novembro de 2004, a banda dá sinais de vida, ao tocar num pequeno concerto.
A banda resolve retornar, agendando dois concertos no ano 2007, e não descartam a possibilidade de lançar um DVD, o que se concretiza, no lançamento do One Foot In The Grave, Another One In The Thrash.
Em 2009, o Artillery volta a ativa de vez, lançando seu quinto álbum, intitulado When Death Comes Com este álbum, a banda volta a suas origens, porém com um toque inovador. Destaque para "10.000 Devils", "Rise Above It All", "Uniform" e "The End".
No ano de 2011, o Artillery lança mais um álbum de estúdio, o My Blood, seu sexto álbum. Chama atenção pelo contraste feito entre "Ain't Givin' In" e "Thrasher". Destaque para "Mi Sangre (The Blood Song)", "Monster", "End of Eternity" e "The Great".

Exumer é uma banda de Thrash Metal alemã. Causou grande impacto quando surgiu, com músicas características do velho thrash old school, fez sucesso na onda thrash da Alemanha que também contou com Sodom, Destruction, Kreator, Assassin, Living Death, Tankard, Violent Force etc.
Acabou precocemente e sua última formação não contava nem com metade dos membros que iniciaram o Exumer.
Eles separaram-se em 1989.
Em 2012 eles anunciam uma mudança na formação[1] e o lançamento do novo álbum Fire & Damnation

22 de maio de 2012

RESENHA: NOCTURNAL DEPRESSION / CAUTERIZATION / HURTGEN / INCREDULUS - 30/4/2012 - FOFINHO ROCK BAR - (SÃO PAULO/SP)

Confiram resenha realizada pela Dark Radio do evento que contou com a presença das hordas: NOCTURNAL DEPRESSION / CAUTERIZATION / HURTGEN / INCREDULUS em São Paulo/SP
“Na véspera do dia do trabalho, em uma noite típica paulistana, chuvosa e fria, os headbangers se aglomeram em frente à conhecida e tradicional casa de shows Fofinho para mais uma   celebração ao metal extremo.
Com cerca de uma hora de atraso dá-se início à destruição.
O trio da banda Incredulus, de Minas Gerais, abre a noite com o seu poderoso black metal old school, com letras discorrendo sobre o oculto em português, já demonstrando aos ali presentes que estava por vir.
Na sequência os paranaenses do Hurtgen tomaram o palco com o seu som Black /Death metal empolgando de vez o público. Seu set contou com músicas muito bem executadas, coisa de quem não começou agora. Eles estão na estrada já a algum anos, deram uma parada e retornaram recentemente com força total. Destaque para a ótima performance da banda.
Uma das bandas mais esperadas da noite sobe ao palco, o Cauterization, de Presidente Prudente. O trio conta em sua formação com Jr. Trojillo, baterista da lendária Industrial Noise, Well Moia do baixo e backings e Maysa guitarra e voz. Maysa sintetiza a definição da “bela e a fera”, porém, num mesmo corpo. Ao subir no palco libera uma fera irracional. Quem não conhecia  a banda ficou perplexo ao se dar conta que aqueles urros demoníacos vinham de uma bela mulher.
Se não bastasse o vocal extremo, a bela fera ainda é dona de grande técnica ao empunhar sua(s) guitarra(s), com riffs estarrecedores. Isso junto com o poderoso e pesado som do baixo do Well, seu backing vocal rasgado contrastando com o gutural de Maysa, e a destruidora bateria de Trojillo mostra que o Cauterization está entre as grandes promessas do underground extremo.
Chegada a hora do headliners da noite, que, após um rápido ajuste de som, saíram do palco,  deixando muitos sem entender porque eles subiram ao palco e depois saíram.
Pouco tempo depois retornaram ao palco caracterizados e sendo ovacionados pelo público. Os franceses da banda de depressive black metal Nocturnal Depression, eram esperados há muito tempo pelos fãs brasileiros e finalmente ao tocar no Brasil não deixaram nada a desejar para aqueles que tanto os esperaram.
Com uma performance de palco extraordinária e um som avassalador, mais uma vez, os desavisados que não conheciam a banda foram surpreendidos.
Não há como destacar somente um ou outro na banda, todos são excelentes músicos, Lord Lokhraed, vocal e guitarra da banda, excelente músico que apesar de ser portador de deficiência física, toca seu instrumento com maestria, o que seria impossível para muitos. O baterista que a banda trouxe executou sua função com extremismo e violência.
O baixista e o guitarrista são um show a parte, com excelente performance de palco, não param um segundo. O guitarrista, que também faz vocais em alguns sons,  com sua caracterização,  parece um zumbi, um ser extremo, decadente.
Discorreram por toda a sua discografia, de 2004 ao último full length, de 2011.
Tocam com alma o que falam em suas letras: suicídio... depressão... melancolia... desespero...tudo muito bem sintetizado, exteriorizado através de uma melodia brilhante e comovente.
Foi um show memorável.
Uma noite que os que estavam presentes ali não esquecerão jamais”.

(Texto: Marly Cardoso - Fotos: Cláudio Cardoso)

21 de maio de 2012

Entrevista - Calvary Death

Confiram entrevista com o vocalista Ruddy (R.I.P) realizada por Ben Ami Scopinho para o site Whiplash em 2010
Ainda que nunca houvesse encerrado suas atividades, o mineiro Calvary Deathdemorou 15 longos anos para liberar seu segundo disco. Mas a demora compensou, pois o trio formado por Ruddy Souza (voz e baixo), Roberto Antunes (guitarra) e Marco Túlio (bateria) fez de “Serpent” uma surpreendentes que tornam sua música um tanto quanto singular.
O Whiplash! conversou com Ruddy, que se revelou um headbanger dono de uma respeitosa atitude para com a cena nacional. Nas linhas a seguir o leitor conhecerá um pouco da história deste pioneiro que é o Calvary Death, além de mais informações sobre seu novo disco, que está chegando ao mercado nacional via Cogumelo Records.
Whiplash!: Saudações, pessoal! O Calvary Death é um veterano que começou suas atividades no distante ano de 1987. Era uma época em que o Heavy Metal made in Brazil estava começando a dar seus primeiros passos. Como foi o início de sua trajetória, quando ainda se denominavam Túmulo de Ferro?
Ruddy: Eu vinha da banda Hedam, que montei na minha cidade natal; Roberto e Vinício haviam deixado o Sepulcro aqui em Itaúna. Nos conhecemos e então fizemos o Túmulo de Ferro, juntamente com o batera Cesar. Tivemos um grande impulso na época, pois aqui em Itaúna a cena estava se fortalecendo. Aqui teve um show do Sarcófago, era um baile de formatura e foi uma loucura, pois os formandos, inclusive as mulheres, saíam com seus vestidos longos e brancos pegando fogo, pois no palco havia tochas e fogo para todo lado durante a apresentação. Daí só pôde ter show de Metal no local depois de 10 anos, mas sempre estamos fazendo eventos underground por aqui.
Whiplash!: Em 1993 o Calvary Death saiu de sua cidade natal, Itaúna (MG) para tentar a sorte em São Paulo. Um passo considerável, mas que infelizmente não rendeu os devidos frutos. O que realmente não deu certo na capital paulista?
Ruddy: Quando fui para São Paulo, fui com muita garra, pois sabia das dificuldades da cidade grande. Da banda, foi comigo somente o guitarrista Vinicio, o qual não conseguiu ficar. Passei a ensaiar com o pessoal da banda Messing, o pessoal pegou as músicas rápido, mas o local ficava a umas três horas de Santo André , que é onde eu morava. Tive contato com algumas gravadoras, mas eu já era casado e tinha filhos que estavam em Minas. Foi ficando difícil e acabei voltando para Itaúna, onde moro, próximo a Belo Horizonte.
Whiplash!: De qualquer forma, em 1994 vocês liberaram “Jesus, Intense Weeping”, que teve uma aceitação que alcançou o mercado europeu. Qual a sensação de estrear em disco depois de tanta luta, inclusive sendo uma das primeiras bandas do interior de Minas Gerais a conseguir projeção nacional?
Ruddy: Quando cheguei a Minas eu percebi que, se tivesse a mesma convicção, poderia também achar quem pudesse lançar o que tinha em mãos. O movimento Metal na cidade da época crescia, e encontrei o Tarciso (guitarra), Rogério (baixo) e Mercio (bateria). Assinamos com o selo Cogumelo Records e lançamos o "Jesus, Intense Weeping" em LP, e com poucos dias de lançamento tivemos contato do selo europeu Osmose Records, que gostou e pediu que o fizéssemos em CD. Daí partimos para o estúdio e gravamos cinco faixas bônus e por lá foi relançado em CD. Tudo isto nos foi grandioso, principalmente para mim, que estava amargurado por encontrar muita dificuldade, e ali estava eu, agora relaxando de mais uma tarefa... E muitas outras viriam.
Whiplash!: Como foi dito, “Jesus, Intense Weeping” teve ótima repercussão. Mas o que aconteceu depois disso? Seu próximo registro foi uma demo, que somente chegou ao público em 2001...
Ruddy: Então, quem se propõe a estar numa banda tem que ter garra, e não é isto que acontece com todos. Não são todos que falam a mesma língua durante a jornada, músicos acabam saindo e as composições se atrasam. E morar no interior se torna muito difícil para encontrar substitutos. O tempo passa rápido , por isto o atraso.
Whiplash!: Considerando que seu segundo álbum, “Serpent”, está chegando ao mercado agora, como você define a evolução do Calvary Death como banda? Existem diferenças entre este novo disco e seu antecessor?
Ruddy: Seguimos com o mesmo propósito, mas acaba tendo uma diferença, pois se passaram 15 anos. Existe uma evolução, conhecimentos de estúdio, instrumentos que acabam deixando a música mais rica e definida... O "Serpent" é cru, pesado e brutal; o antecessor é brutal e mais sujo, chegando mais ao Black. Vejo os dois álbuns dentro do propósito da Calvary Death.
Whiplash!: “Serpent”, "World Of Nobody” e "Could Be The Human Race In Fall” são algumas das excelentes canções que fazem parte do repertório do novo álbum. Vocês são amigos de longa data... Como rola o processo de composição?
Ruddy: Somos amigos há longos anos. O Tarciso fez grande parte das músicas do primeiro álbum e também fez no disco novo, "Serpent", mas não tocou nele. Estamos sempre em contato e fazemos músicas, juntos ou individualmente.
Whiplash!: A versão nacional de "Serpent" está chegando ao mercado nacional através da Cogumelo Records. Mas como rolou a transação com o selo norte-americano Relapse Records? Em função disso, há chances de tocarem no exterior?
Ruddy: Então, este contato foi feito pela Cogumelo, que é nosso selo brasileiro . Lá fora tem a Relapse, que também o distribui e tem sido muito bom, pois já estamos tendo respostas positivas do CD. Os brasileiros que adquirem lá, pelo selo Relapse, passam a se comunicar conosco. Então é muito prazeroso ter resposta de seu trabalho também fora de seu país, nos dando a oportunidade até de tocar por lá.
Whiplash!: Falando em shows, em abril vocês tiveram a oportunidade de tocar com o Marduk, banda com muitas histórias e fãs fiéis. Como foi essa experiência ? E a reação do público à música do Calvary Death?
Ruddy: É a segunda vez que estamos tocando com Marduk, pois em 2006 tocamos com a banda em Brasília (DF). Sempre é bom poder estar tocando com bandas maiores, pois é uma experiência tocar com melhor equipamento, a casa sempre é com melhor estrutura e, logicamente, tem um público maior e sempre acontece algo mais especial.
Whiplash!: Vocês ajudaram na construção do underground nacional. O que podem dizer sobre a atual cena da música extrema? Muita coisa mudou desde os anos 80, e parece haver certo conflito entre gerações, em especial no que diz respeito à atitude do público e até mesmo das bandas envolvidas.
Ruddy: Quando se fala de época e atitude com alguém que também acompanhou o crescimento da cena Metal... Hoje falta muito a real atitude de ser Metal. Queremos ver uma cena mais unida, pois o público brasileiro ainda é carente de ídolos, só se lota uma casa de show quando tem banda gringa. É preciso olhar mais para a cena brasileira, que nunca deveu em qualidade às bandas de qualquer parte do mundo. Sei que tem o pessoal que sempre defendeu o underground e sempre esteve firme, mas é preciso de mais produtores que apostem na cena nacional, com ambas as partes trabalhando sério, pois o Metal é uma Arte sincera!
Whiplash!: O Calvary Death ultrapassou sua segunda década com um excelente disco. Quais são os planos para o fututo?
Ruddy: Nosso propósito é manter a banda sempre na ativa, pois, apesar de ter apenas dois álbuns, temos o conhecimento do Metal e o vivemos. Queremos sempre estar compondo e gravando nossas músicas e mostrando aos nossos fãs, que são a nossa grande resposta.
Whiplash!: Ok, pessoal! O Whiplash! agradece pela entrevista. Qualquer coisa que vocês queiram adicionar, vão em frente!
Ruddy: Um grande abraço ao mundo Metal e à cena nacional, que sempre nos dá resposta a cada trabalho realizado. Que o Metal não seja apenas música, mas uma forma de vida para todos. Obrigado pela entrevista e que mais realizações venham a acontecer a todos nós!!!!!!!

Por: Ben Ami Scopinho


18 de maio de 2012

Enthring - Banda Finlandesa confirma apresentação com Korpiklaani no Brasil

A banda finlandesa Enthring acaba de confirmar que fará turnê junto com o Korpiklaani no Brasil esse mês.
A confirmação desta banda veio agora em cima da hora, mas, com certeza acrescentou muito à apresentação, que pelo menos em BH tinha somente a banda Dinnamarque como banda de abertura, o que desanimava um pouco, pelo fato dessa banda não ter muito a ver com o Korpiklaani, agora com a confirmação de mais uma banda internacional no mesmo estilo com certeza irão mais pessoas ao show.
Particularmente não conheço o som do Enthring, mas, ouvi falar que é na mesma linha de Turisas e Ensiferum.
De qualquer forma achei aqui um link para Download.
As apresentações do Korpiklaani e Enthring acontecerão nas seguintes cidades:
7 de junho - Tribal Club, Santos/SP - com Claustrofobia
8 de junho - Music Hall, Belo Horizonte/BH (TBC)
9 de junho - Clash Club , São Paulo/SP
10 de junho - Music Hall , Curitiba/PR
12 de junho - TBA, São Paulo/SP

14 de maio de 2012

Incantation e Immolation confirmam show de graça em São José do Rio Preto e mais 4 datas no Brasil

As bandas de Death Metal Incantation e Immolation que confirmaram a algum tempo uma turnê no Brasil para o ano de 2012 agora acaba de confirmar apresentação no evento Avalanche Metalfest que terá entrada gratuita e acontecerá no dia 07/07/2012 em São José do Rio Preto.

Fora os estadunidenses do Incantation e Immolation o evento contará também com mais 18 bandas do estilo de diferentes lugares do país.
Além, dessa data o Incantation e Immolation confirmaram também as seguintes datas para shows no país:
05/07/12 – Curitiba, PR / Local: Hangar Bar
06/07/12 – Belo Horizonte, MG / Local: Music Hall
07/07/12 – São José do Rio Preto, SP / Local: Avalanche Fest
08/07/12 – São Paulo, SP / Local: Hangar 110
09/07/12 – Porto Alegre, RS / Local: Beco

Por: Matheus H. Guerra

10 de maio de 2012

Korpikaani confirma oficialmente show em BH

A banda de Folk Metal Finlandesa Korpiklaani acaba de confirmar oficialmente presença em BH.
Esta é uma das maiores bandas de Folk Metal da cena mundial e tem tudo para fazer uma apresentação foda em BH depois do cancelamento de quase toda turnê no Brasil em 2009.
Os ingressos estarão a venda nos valores abaixo nas lojas Cogumelo e Patty Songs ou WWW.ticketbrasil.com.br
1° Lote: R$ 40,00 (meia) – R$ 80,00 (inteira)

2° Lote: R$ 50,00 (meia) – R$ 100,00 (inteira)

3° Lote: R$ 60,00 (meia) – R$ 120,00 (inteira)
A meu ver a produção cometeu o mesmo erro do Arkona, colocando uma banda que não tem muito a ver para abrir o show, novamente venho mencionar que em BH temos o Barbarian, que é uma banda de ótima qualidade que deveria estar abrindo este evento.
Espero que desta vez a galera compareça no evento para prestigiar a apresentação desta banda que é muito boa e tem musicas com temas como: Vodka, Beer e Tequila/Caipirinha.

8 de maio de 2012

Resenha - O Despertar dos Guerreiros Noturnos V - 21/01/2012


No dia 15/01/2012 aconteceu em Belo Horizonte o evento “O Despertar dos Guerreiros Noturnos V”, evento este que já é um dos mais tradicionais da sena mineira e se firmando definitivamente no calendário de shows da cidade de Belo Horizonte em vem acontecendo desde 2010 e sempre conta com a participação de hordas tradicionais da cena mineira e nacional.
O evento marcado para as 17:00 mas iniciou-se apenas às 20:40 pois o publico foi chegando aos poucos e nessa hora já tínhamos bastante pessoas na casa.
Para abrir o evento tivemos a estréia da Horda Âmago Turvo, que a pesar de ser uma banda nova e de estar em sua primeira apresentação mostrou um Black Metal de ótima qualidade com algumas pegadas thrash e heavy. Esta horda foi formada por alguns ex-integrantes da antiga horda Opus 666 e mostrou um metal forte e sem “firulas” com as letras em português e rifs bem trampados e marcante, apesar dessa ser a primeira apresentação desta horda os integrantes conseguiram passar confiança e fizeram dessa a melhor apresentação da noite em minha opinião.
As 21:15 subiu ao palco a horda de Doom Metal Aasverus, esta já é uma horda bem conhecida na cena mineira e para este evento apresentou um novo line up com um novo baixista, no início do show percebemos um pouco de desencontro entre os instrumentos, principalmente do baixo (o que é natural para primeira apresentação), mas no decorrer da apresentação tudo se acertou e a partir da segunda musica já víamos o Aasverus que todos conhecemos, com a verdadeira essência negra, um som arrastado e uma presença de palco sem igual do vocalista, após a apresentação pudemos notar algumas pessoas cobrando o já tradicional cover de Raul Seixas que a banda sempre faz e nesse show não teve, em minha opinião, não fez tanta falta assim, mas cada um tem sua opinião.
 Depois foi a vez dos capixabas do Labyrinth Spell que era uma das apresentações mais aguardadas da noite. A horda levou um Black Metal tradicional com rifs marcantes e ótimas caídas, senti pouca presença de palco da banda até a metade do show, mas depois tudo se normalizou e esta foi uma das apresentações que mais agradou os headbangers aquela noite de acordo com comentários que ouvi após o show. A apresentação desta horda contou também com a participação de Fernando, ex-membro da horda que hoje é baixista do Defacer que fez vocal na musica The Labyrinth Spell. 
As 23:45 sobe ao palco a horda Martírio, esta horda estava sumida a algum tempo devido à acerto na formação e devido à gravação de seu primeiro material que foi lançado neste evento intitulado “Malefícios da Morte”, a horda se apresentou com a formação completa, diferente das ultimas apresentações que estavam sem o baixo e este com certeza fez bastante a diferença, preenchendo e deixando ainda melhor o som que já era bom. A horda teve uma ótima presença de palco, apresentou um estilo bem próprio onde fica até difícil de classificar como Black ou Thrash Metal, mas o que podemos afirmar é que foi apresentado um Metal e ótima qualidade e que fez com que os headbangers presentes batessem muita cabeça a cada rif e dando aqui um destaque para a musica Forças Diabólicas.
As 00:55 foi a vez dos paulistas de horda Laconist horda esta que acabei não vendo o show, sendo assim fiquei impossibilitado de fazer qualquer comentário.
Para fechar a noite sobe ao palco as 02:00 a horda Funibre, com uma introdução completamente sombria com a “Marcha Funibre”. Uma presença de palco muito foda de todos os integrantes que conseguiram passar uma essência sem igual e transmitir uma energia muito foda à galera, deixando o ambiente sombrio, com rifs bem trabalhados e mostrando um Black Metal de ótima qualidade, esta horda é relativamente nova e vem para mostrar que a essência negra de Minas Gerais nunca morrerá.
Para finalizar quero parabenizar a organização do evento pela disposição em fazer um evento nesse porte que sei que não é fácil e que quem faz é por puro amor ao Metal e orgulho de ver a coisa acontecer neste que com certeza é hoje um dos principais eventos Undergound que acontecem em BH anualmente.
Nota: 9
Por: Matheus H. Guerra

6 de maio de 2012

Resena - Nocturnal Depression em BH - Enlevo dos Encantos Sorumbáticos IV

No dia 04/05/2012 (sexta-feira) aconteceu em Belo Horizonte o evento Enlevo dos Encantos Sorumbáticos IV, que contou com apresentação das bandas: Aasverus, Abasbaron, Martirio, Tristis Terminus e Nocturnal Depression. O evento também contaria com os argentinos do Wolves Winter, que não compareceram, segundo informações que tive durante o evento a banda teve a bagagem extraviada e por isso não compareceram.
Cheguei no evento por volta das 22:30 e infelizmente não consegui chegar a tempo do show da banda Aasverus, assim  como várias outras pessoas que ainda não se acostumaram com essa mudança para sexta-feira dos shows de bandas internacionais.
Aasverus
O evento foi realizado na já tradicional espaço que temos na Avenida Amazonas no bairro Cidade Industrial, divisa entre Belo Horizonte e contagem e logo que cheguei percebi que a galera compareceu ao evento e a casa estava relativamente cheia, apesar de saber que em BH tem muito mais público que isso e que muita gente deixou de ir ao evento. Percebi também que a galera das cidades próximas à BH e do interior também estavam presentes, o que é muito bom para a cena mineira no geral. Uma diferença deste evento para os que aconteceram anteriormente nessa mesma casa foi que desta vês improvisaram uma cortina a frente do palco com uma lona, atitude essa simples e que em minha opinião faz uma grande diferença tanto para a banda poder se preparar no palco quanto para o publico que gera uma certa expectativa. Agora vamos aos shows.
Como mencionei no início da matéria, a primeira banda a se apresentar foi o Aasverus e não consegui ver esse show.
Em seguida subiu ao palco uma das mais tradicionais bandas de Black/Death Metal da cena mineira o Abasbaron, esta banda tinha ficado fora da cena durante muito tempo e está de volta com tudo, mostrando um som bem trabalhado e que a galera agitou bastante com destaque para a musica Metal Fear (se não me engano é esse o nome mesmo), com o baixo bem marcante e um ótimo solo de guitarra. Outro ponto a se destacar é a presença de palco de todos os integrantes, principalmente do vocalista que após o show fez questão de cumprimentar todos os presentes um a um.
Abasbaron

Por volta de 23:00 começou a apresentação do Martírio, mostrando o som que estamos acostumados a presenciar em suas apresentações, com musicas muito bem trabalhadas e rifs que passam por várias vertentes do Metal, desde o Black até o Heavy Metal tradicional. O ponto alto da apresentação foi na hora da musica Martírio, onde toda a galera começou a bater cabeça e abriu um moch nas passagens mais Thrash da musica. Quero destacar também a musica Hordas Diabólicas que começa com um dedilhado muito foda e logo depois o vocalista anunciou a “saideira” que não foi a ultima musica, e ainda tocaram mais uma.
Martírio
As 00:15 deu início o show do Tristis Terminus uma nova banda de “Depressive Black Metal”, de Barbacena que fez neste show sua segunda apresentação se não me engano. Fazendo um som bem arrastado e com vocal bem agonizante, uma diferença da sua primeira apresentação no Hordes of Chaos foi a presença do teclado, que não sinceramente não fez muita diferença, pois, quem estava fora do palco não estava conseguindo ouvi-lo exceto nos momentos em que ele ficava sozinho, mas acredito que isso foi algum problema na regulagem do som e que na próxima apresentação este já estará normal, o baixo também estava bastante alto e isso pode ter ofuscado um pouco o teclado. A banda tem musicas muito boas e uma presença de palco foda, com exceção da baixista que estava muito parada. A galera bateu muita cabeça, principalmente quando foi executado um cover de Katatonia.
Tristis Terminus
As 01:30 começou a apresentação dos franceses do Nocturnal Depression, banda esta com 8 anos de existência e uma das mais bem conceituadas no cenário Depressive Black Metal, apesar de eu não considerá-los depressive, prefiro não rotular de dizer que eles são simplesmente uma banda de Black Metal, apesar das letras serem no estilo das bandas de depressive Black metal. A banda se mostrou bem carismática e com uma presença muito fota com destaque para o baixista, o baterista levantava a todo momento, sempre chamando a galera. A banda apresentou musicas novas e antigas, uma que inclusive muitos acharam que era uma musica do Dark Throne devido a um rif muito parecida com a musica do álbum Panzerfaust (mais para o fim do show até que rolou o cover).
A galera bateu muita cabeça, principalmente com a musica em que o outro guitarrista faz o vocal e que tem algumas passagens com vocal limpo, uma musica bem arrastada e que uma das guitarras fica no dedilhado o tempo todo e as 02:50 termina a apresentação. O show no geral foi muito foda e a banda mostrou o porque veio ao Brasil, demonstraram humildade e ficaram no meio da galera após o show conversando e batendo fotos.
Nocturnal Depression
No geral o evento muito bom, sem registro de confusão, onde todos que estavam presentes demonstraram ter o mesmo objetivo, curtir o metal que estava ali sendo apresentado e sempre apoiar a cena.
Parabenizo também a organização que nos deu a oportunidade de presenciar mais um grande evento em BH com presença de bandas nacionais muito boas e uma banda internacional também a altura.
Nota final – 8
Por: Matheus H. Guerra

Marduk e Gorgoroth confirmam shows em BH em 2012

No segundo semestre, a dupla Black Metal vinda da Escadinávia, Gorgoroth e Marduk, da Noruega e Suécia, respectivamente, tem datas agendadas em Belo Horizonte.
O Gorgoroth, que lançou no ano passado o disco ‘Under The Sign Of Hell’, tem data confirmada em seu site oficial para o dia 09 de setembro. Já o Marduk, que vem pela ‘Serpent Sermon World Tour’, em 10 de agosto na capital mineira, também confirmado pelo site oficial.
Não sabemos ainda quais outras bandas irão tocar junto com o Marduk e Gorgoroth nessas datas, mas, se elas forem as atrações principais acredito que já poderemos contar com um publico muito baixo devido à várias apresentações em anos seguidos que essas bandas vem fazendo no Brasil. Agora vamos esperar e torcer para que tragam com eles outras bandas de porte igual.
Mais informações em breve.

2 de maio de 2012

Exumer e Artillery confirmam show em BH

As tradicionais bandas de thrash metal old school Exumer e Artillery confirmam apresentações emBelo Horizonte.
Formadas no início da década de oitenta, Exumer (Alemanha) e Artillery (Dinamarca), desembarcam pela primeira vez em Minas Gerais. As duas bandas são referencias e influências do Thrash Metal para bandas em todo mundo. O Exumer explodiu com os álbuns Possessed by Fire e Rising from the Sea, lançados em 1986 e 1987. Em 1989 encerrou suas atividades, retornando em 2011 com o álbum Fire & Damnation. O Aritillery recentemente lançou seu sétimo álbum, My Blood. Ambas as bandas prometem uma verdadeira aula de tharsh metal a moda antiga.
As bandas serão as atrações do II THRASH ASSAULT FESTIVAL, que será realizado no dia 01 de junho, a partir das 21 horas no Music Hall – BH (Av. do Contorno 3239 – Santa Efigênia).
Os ingressos para o evento começam a ser vendidos nesta semana pelos valores R$ 40,00 (meia) e R$ 80,00 (inteira). Na portaria os ingressos passam a ser vendidos por R$ 50,00 (meia) e R$ 100,00 (inteira). As vendas antecipadas serão realizadas nas lojas Cogumelo ( Av. Augusto de Lima, 555 – Lj 32 – Centro – Tel: (31) 3224.0493) e Patti Songs (Galeria do Rock, Lj 52 – Centro – Tel: (31) 3222.6283).
Pela internet as vendas serão feitas através do site Ticket Brasil.
Censura 18 anos.
Informações: (31) 3224.0493 – cogumelo@cogumelo.com
Importante - A meia-entrada é válida para menores de 21 anos, estudantes mediante apresentação de carteira de estudante válida com foto, acompanhada de comprovante de matrícula e/ou freqüência do corrente ano – sendo exigidos na compra dos ingressos e na entrada da casa, e maiores de 65 anos. Conforme o artigo 298 do código penal, a falsificação no todo ou em parte de documentos, pode gerar Pena – reclusão, de um a cinco anos, e multa.